MADRID, 20 mar. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) confirmou nesta quinta-feira que está "continuando suas conversações" com mediadores para "deter a agressão" de Israel contra a Faixa de Gaza, antes de pedir uma "ação urgente" dos países da região para "salvar" os palestinos do "genocídio".
"As conversas continuam com os mediadores - EUA, Qatar e Egito - para parar a agressão contra nosso povo e trabalhar para forçar a ocupação a cumprir o acordo (de cessar-fogo) e forçá-la a abandonar seus planos", disse o porta-voz do grupo, Abdulatif al-Qanu.
Ele disse que o grupo islâmico "segue o acordo de cessar-fogo" e "trabalha com os mediadores para impedir permanentemente a guerra contra o povo palestino e garantir a retirada da ocupação da Faixa de Gaza", segundo o jornal palestino Filastin.
"O cerco, a fome e a guerra de extermínio contra Gaza exigem uma ação urgente da Liga Árabe e da Organização de Cooperação Islâmica (OIC) para salvar nosso povo do genocídio, evitar a fome e acabar com o cerco", disse ele.
O exército israelense retomou o bombardeio da Faixa de Gaza na terça-feira, deixando até agora mais de 430 pessoas mortas, incluindo mais de 180 crianças, e centenas de feridos, rompendo um cessar-fogo em vigor desde 19 de janeiro, provocando uma onda de críticas internacionais.
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