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MADRID 23 out. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) condenou nesta quinta-feira a visita feita pelo ministro da Segurança de Israel, Itamar Ben Gvir, a prisioneiros palestinos em uma prisão israelense, onde ele se vangloriou da situação deles e ameaçou executá-los, em ações que o grupo armado palestino chamou de "sádicas e fascistas".
"As cenas transmitidas em um vídeo pelo ministro do terror sionista mostram o abuso sistemático e a tortura de prisioneiros palestinos em prisões de ocupação", disse, antes de afirmar que esses prisioneiros são "heróis do povo palestino".
Nesse sentido, ele indicou que "o mundo inteiro pôde observar os crimes sistemáticos perpetrados por líderes criminosos, cujas mãos estão cobertas com o sangue de inocentes", de acordo com uma declaração na qual ele também esclareceu que "isso é evidente nos corpos que têm chegado a Gaza e que mostram sinais brutais de tortura e abuso".
"Pedimos à comunidade internacional e a todos os povos livres do mundo que exponham essa ocupação nazista, revelem seus crimes e levem seus líderes aos tribunais internacionais. Também pedimos à comunidade internacional e às Nações Unidas que tomem medidas imediatas para acabar com as violações contra nossos prisioneiros e para garantir sua libertação", disse ele.
"Precisamos garantir que esses crimes não fiquem sem resposta e que esses líderes sejam levados à justiça por cometerem crimes contra a humanidade, crimes que não podem ficar impunes.
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