Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad
MADRID, 9 jul. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) disse nesta quarta-feira que concordou em libertar dez reféns no âmbito das negociações indiretas com as autoridades israelenses para chegar a um cessar-fogo na Faixa de Gaza, onde a ofensiva israelense deixou cerca de 57.700 palestinos mortos.
"Mostramos a flexibilidade necessária e concordamos com a libertação de dez prisioneiros israelenses. As questões centrais permanecem em negociação, em particular: o fluxo de ajuda, a retirada da ocupação da Faixa e o fornecimento de garantias genuínas para um cessar-fogo permanente", diz uma declaração divulgada pelo diário 'Philastin', que é ligado ao grupo.
O Hamas disse que continuava com seus "esforços intensos e responsáveis para garantir o sucesso da atual rodada de negociações", na qual "busca chegar a um acordo abrangente que acabe com a agressão contra" o povo palestino, "garanta a entrada livre e segura de ajuda humanitária e alivie o sofrimento crescente na Faixa de Gaza".
A esse respeito, ele observou que eles continuam a "trabalhar diligentemente e com espírito positivo com os mediadores para superar os obstáculos" e "garantir as aspirações de liberdade, segurança e uma vida digna", apesar da "dificuldade das negociações sobre as questões centrais até agora, devido à intransigência" de Israel.
A ofensiva contra Gaza, lançada em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023 - que deixaram cerca de 1.200 mortos e quase 250 sequestrados, de acordo com o governo israelense - deixou até agora cerca de 57.700 palestinos mortos, conforme relatado pelas autoridades controladas pelo Hamas no enclave, embora se tema que o número seja maior.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático