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Ele pede a todos os países do mundo que "tomem as medidas necessárias para punir e isolar" Israel.
MADRID, 2 out. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) aplaudiu nesta quinta-feira a decisão do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, de expulsar do país "toda" a legação diplomática de Israel após a prisão de duas mulheres colombianas que estavam a bordo da Flotilha Global Sumud, interceptada nas últimas horas em águas internacionais quando tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
"Aplaudimos a decisão do presidente colombiano de expulsar os membros da missão diplomática sionista em seu país e cancelar o acordo de livre comércio com a ocupação em resposta ao crime de interceptar a flotilha a caminho de Gaza para romper o bloqueio injusto imposto pelo exército de ocupação fascista", disse o grupo.
O grupo elogiou "as posições do governo colombiano e do presidente Gustavo Petro" e "suas medidas contra as políticas sionistas criminosas e em apoio aos direitos do povo palestino, especialmente diante da brutal guerra de extermínio" na Faixa de Gaza, de acordo com o jornal palestino 'Filastin'.
"Apelamos aos países árabes e islâmicos e a todos os países do mundo para que tomem as medidas necessárias para punir e isolar a ocupação e para pressioná-la a interromper seus crimes contra nosso povo, nossa terra e nossos locais sagrados", concluiu o grupo islâmico palestino.
A declaração foi publicada depois que Petro anunciou sua decisão e denunciou que os ativistas colombianos foram "detidos em águas internacionais", depois de avançar na suspensão do Acordo de Livre Comércio com Israel por causa da ofensiva militar contra a Faixa de Gaza, que já deixou mais de 66.200 palestinos mortos, de acordo com as autoridades do enclave, controlado pelo Hamas.
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