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MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
O líder do Movimento de Resistncia Islmica (Hamas) na Faixa de Gaza, Jalil al Haya, anunciou no sábado que aceitou na quinta-feira passada uma proposta dos mediadores que poderia incluir um cessar-fogo parcial e uma troca de reféns por prisioneiros.
"Há dois dias, recebemos uma proposta dos mediadores do Egito e do Catar. Respondemos positivamente e a aprovamos. Esperamos que a ocupao (Israel) no impea essa proposta que recebemos e que aceitamos dos mediadores", disse Al Haya em um discurso divulgado pela mídia palestina.
Em particular, ele se referiu prontido do grupo para implementar a proposta egípcia de estabelecer um executivo independente para governar a Faixa.
"Respondemos proposta egípcia de formar um comit de apoio comunitário para administrar a Faixa de Gaza, que tem total responsabilidade por todos os campos e é composto por figuras nacionais independentes", disse ele.
O novo governo de Gaza comeará a funcionar "a partir do momento em que o acordo entrar em vigor", disse Al Haya, buscando "bloquear qualquer propaganda que o inimigo possa praticar".
Al Haya disse que as negociaes esto em "estágios avanados" e que nomes específicos de políticos, profissionais e especialistas independentes esto sendo considerados. "Esperamos que nossos irmos no Egito possam acelerar sua formao depois de receberem apoio árabe e islmico", disse ele.
Al Haya lembrou que os objetivos do grupo islmico so aqueles definidos por seu ex-líder, Ismail Haniye, que morreu em um ataque israelense em Teer: interromper a "agresso" israelense, alcanar a unidade do povo palestino "para capitalizar os resultados" do ataque de 7 de outubro, trabalhar em conjunto para realizar o direito de criar um Estado palestino totalmente soberano com sua capital em Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados.
"Agimos para alcanar e realizar a unidade do nosso povo, e fomos Rússia e depois China duas vezes e concluímos um acordo claro que representava o consenso das foras e faces para formar um governo de consenso nacional de especialistas", explicou.
Além disso, Al Haya se referiu ao acordo de cessar-fogo que entrou em vigor em janeiro. "Cumprimos todos os pontos do acordo (de cessar-fogo), apesar das repetidas violaes das foras de ocupao israelenses", reprovou Al Haya.
De qualquer forma, ele advertiu que as "armas da resistncia" so "uma linha vermelha", em referncia recusa das milícias em entregar suas armas.
No sábado, o governo israelense confirmou que havia enviado uma contraproposta iniciativa aceita pelo Hamas e recebida por meio dos mediadores, Estados Unidos, Catar e Egito, com vistas a um acordo parcial.
A mensagem parece estar relacionada a contatos para retomar a troca de reféns israelenses por prisioneiros palestinos, conforme previsto no acordo de cessar-fogo que entrou em vigor em janeiro e que agora está vacilando em meio a uma ofensiva militar israelense indiferente em Gaza.
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