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MADRID 7 fev. (EUROPA PRESS) - O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) agradeceu a greve dos trabalhadores portuários realizada na última sexta-feira em mais de uma dezena de portos de países europeus e do Mediterrâneo, incluindo os de Marselha, Bilbau, Pireu e Génova.
“Agradecemos a suspensão do trabalho durante um dia inteiro por parte dos sindicatos portuários (...) especialmente na Grécia, Itália, Turquia e Marrocos, sob o lema ‘Os portuários não trabalham para a guerra’, em protesto contra o envio de armamento à entidade fascista ocupante”, publicou o Hamas em um comunicado.
O grupo armado palestino destaca que “é uma expressão de solidariedade com o povo palestino, alvo da contínua agressão sionista”.
Assim, instam os sindicatos portuários de todo o mundo a ampliar as campanhas de solidariedade com o povo palestino face à “guerra de extermínio” e a rejeitar assim o trânsito de armas para a “entidade sionista”, a fim de conseguir um boicote eficaz que pressione Israel “para que cesse a sua agressão e cumpra o acordo de cessar-fogo”.
Entre os portos onde foi convocado o protesto estão também os de Elefsina, Mersin, Pasajes, Bremen ou Hamburgo. “A ação teve resultados importantes: quatro cargueiros da empresa israelense Zim e um da MSC que se dirigiam a Israel ficaram encalhados devido à greve e não puderam atracar nos portos de destino”, destacou o sindicato italiano União Sindical de Base (USB).
A organização destaca que “este ato demonstra como a solidariedade internacional e a mobilização dos trabalhadores podem bloquear a logística da guerra e do genocídio”.
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