OMAR ASHTAWY \ APAIMAGES - Arquivo
MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Hazem Qasem, afirmou nesta quinta-feira que o “verdadeiro teste” para a Junta de Paz para Gaza é “conseguir o fim das violações cometidas pela ocupação” israelense contra o enclave palestino e destacou a importância de colocar em marcha uma “operação humanitária e um processo de reconstrução”.
“O que é necessário no terreno é conseguir que a ocupação cumpra as suas obrigações e ponha fim às violações do cessar-fogo estabelecido”, afirmou, de acordo com declarações recolhidas pelo jornal palestino Filastin, afim ao grupo.
Ele também destacou que a experiência dos últimos meses “mostra que a ocupação não se importa com essas questões, desde que não sejam acompanhadas de pressão real”.
As autoridades de Gaza, controladas pelo Hamas, estimaram nesta quinta-feira em 72.069 o número de mortos e em 171.728 o de feridos desde o início da ofensiva após os ataques de 7 de outubro de 2023, embora tenham reiterado que “ainda há vítimas sob os escombros e espalhadas pelas ruas em locais onde até agora as ambulâncias e as equipes de Proteção Civil não conseguiram chegar”. Quase 50 países aderiram à sessão inicial do Conselho de Paz, que teve lugar em Washington no âmbito do plano de paz do presidente Donald Trump para o futuro do enclave. Este número excede o número de membros fundadores do organismo, entre os quais apenas dois países da União Europeia: Bulgária e Hungria. A reunião, no entanto, não contou com a presença de representantes palestinos.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático