Publicado 04/04/2025 14:31

O Hamas adverte que metade dos reféns está em áreas que Israel planeja bombardear

4 de abril de 2025, Cidade de Gaza, Faixa de Gaza, Território Palestino: Palestinos tentam salvar alguns itens no pátio devastado de uma escola, um dia depois de ter sido atingida por um ataque israelense, no bairro de al-Tuffah, na Cidade de Gaza, em 4 d
Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy

MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -

O porta-voz do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Abu Obeida, advertiu na sexta-feira que metade dos reféns que ainda estão vivos se encontra em áreas que Israel pediu para evacuar diante da iminência de um bombardeio.

Obeida anunciou que essas pessoas não serão transferidas e continuarão a ser vigiadas "sob rigorosas medidas de segurança", apesar da situação "extremamente perigosa" em que se encontram, de acordo com o 'Filastin', um diário favorável ao Hamas.

"Se o inimigo está preocupado com a vida dos prisioneiros, ele deve negociar imediatamente a evacuação ou a libertação deles. Aquele que avisa é dispensado", advertiu, culpando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netantahu, pelo que pode acontecer a essas pessoas.

"Se ele se importasse com elas, teria respeitado o acordo que assinou em janeiro e a maioria delas provavelmente estaria em suas casas hoje", disse ele.

O acordo a que Obeida se refere durou apenas algumas semanas, durante as quais foi negociada a troca de 33 reféns por centenas de prisioneiros palestinos. No entanto, Israel voltou a bombardear a Faixa de Gaza, citando a suposta falta de comprometimento do Hamas.

Desde então, cerca de 1.250 pessoas foram mortas por bombas israelenses, o que faz parte das mais de 50.600 pessoas mortas desde o início da ofensiva militar israelense em retaliação aos ataques de 7 de outubro de 2023.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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