Europa Press/Contacto/Mohammed Salama
MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) - O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) acusou nesta sexta-feira o governo de Donald Trump de “encobrir” os ataques israelenses na Faixa de Gaza, depois que, nas últimas horas, pelo menos treze palestinos morreram em ataques perpetrados pelo Exército de Israel sob “pretextos inventados”.
O porta-voz do Hamas, Basem Naim, também apontou como culpado pelo “fracasso” do plano de paz formulado pelo presidente americano, Donald Trump, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que insistiu em “renegar seus compromissos” e “escalar a situação no terreno” a fim de voltar à guerra.
Naim argumentou que o primeiro-ministro israelense busca “sabotar o acordo” para “salvar a si mesmo” e ao seu partido político no âmbito dos casos de corrupção que pesam contra ele, segundo o jornal Filastin, afiado ao Hamas.
O porta-voz do Hamas reiterou que a escalada de Israel “levanta sérias dúvidas” aos mediadores, ao mesmo tempo que salientou que o grupo “respeitou todas as suas obrigações” nos termos do acordo e que “está pronto” para o início da segunda fase.
De acordo com um relatório da Defesa Civil de Gaza, pelo menos treze palestinos, incluindo cinco crianças, morreram na quinta-feira em vários ataques das forças israelenses ao enclave palestino, onde mais de 71.300 pessoas morreram desde os ataques de 7 de outubro de 2023.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático