Publicado 20/08/2025 18:06

Hamas acusa Israel de obstruir acordo com novo plano militar que "fracassará" em Gaza

GAZA, 19 de agosto de 2025 -- Crianças palestinas deslocadas são vistas na área costeira da Cidade de Gaza em 14 de agosto de 2025.   Enquanto o Dia Mundial da Ajuda Humanitária é comemorado em todos os países na terça-feira, o Oriente Médio e o Norte da
Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad

MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -

O movimento islâmico Hamas declarou que os novos planos militares de Israel para a Faixa de Gaza demonstram que o governo de Benjamin Netanyahu é "o verdadeiro obstáculo" para um acordo de cessar-fogo, embora tenha previsto que a nova ofensiva "fracassará, assim como as anteriores".

O Hamas condenou em um comunicado o que considera "uma guerra brutal contra civis inocentes", depois que as autoridades israelenses deram novos detalhes sobre a intensificação da ofensiva na Faixa, que inclui a tomada final da capital de Gaza, informa a Al Jazeera.

"A ocupação de Gaza não será um passeio no parque", advertiu o grupo, que pediu à comunidade internacional que exerça "pressão máxima" sobre Israel para que ponha fim à sua política atual. O grupo advertiu que tanto Israel quanto os EUA seriam "totalmente responsáveis" pelo que acontecer em uma "operação criminosa" destinada a "destruir o que resta da vida em Gaza".

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou na quarta-feira que as Forças de Defesa (IDF) "encurtassem" os prazos "para assumir o controle dos últimos redutos terroristas e garantir a derrota do Hamas" na Faixa de Gaza, palco de uma ofensiva que começou em outubro de 2023.

O governo de Netanyahu aprovou a intensificação das operações em 8 de agosto e, nas últimas horas, finalizou os planos específicos, que incluem a convocação de dezenas de milhares de reservistas. Ele também prevê o deslocamento em massa dos residentes da Cidade de Gaza.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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