MADRID 25 ago. (EUROPA PRESS) -
O grupo palestino Hamas acusou as Forças de Defesa de Israel (IDF) de lançar um ataque "deliberado" contra médicos e jornalistas ao bombardear o hospital Nasser, no sul da Faixa de Gaza, o que constituiria um novo crime de guerra que se soma a "um registro sangrento de massacres".
O Hamas disse em um comunicado que tais ataques demonstram o "desprezo" do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e de seu governo "terrorista" pelo direito internacional.
Com esse novo "massacre", acrescentou, as forças israelenses pretendem intimidar os jornalistas para que eles não informem sobre a "limpeza étnica" e a crise humanitária na Faixa de Gaza, onde Netanyahu aplica "uma política de fome sistemática", de acordo com uma declaração publicada pelo site Filastin.
O Hamas pediu à comunidade internacional que tome medidas "imediatas" para interromper o "genocídio sistemático" e garantir ajuda "urgente" à população de Gaza. O grupo palestino apelou para a responsabilidade específica dos líderes dos países árabes e muçulmanos.
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