Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy
MADRID 21 nov. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) acusou nesta sexta-feira o exército israelense de "intensificar as demolições" de edifícios residenciais dentro da 'linha amarela' no leste da Faixa de Gaza, da qual os militares se retiraram após o acordo em outubro entre o grupo islamita e o governo israelense para implementar a primeira fase da proposta dos Estados Unidos para o enclave palestino.
"O exército de ocupação está intensificando suas operações para demolir e destruir edifícios residenciais atrás da 'linha amarela' no leste de Gaza, em um extermínio sistemático do que resta da infraestrutura urbana", disse o porta-voz do Hamas, Hazem Qasem, referindo-se aos graves danos causados ao enclave pela ofensiva lançada em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023.
Ele enfatizou que "essa política criminosa é uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo" e insistiu que "é necessária uma ação real por parte dos mediadores para impedir essas graves violações do acordo de Sharm al-Sheikh", a cidade egípcia onde foi assinado, segundo o diário palestino 'Filastin'.
O Hamas já acusou Israel de violar o acordo de cessar-fogo em várias ocasiões com seus ataques quase diários a pontos no enclave, embora o exército israelense argumente que está respondendo a "ameaças" de supostos milicianos que cruzam a "linha amarela", que cobre cerca de 53% da Faixa.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático