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MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) acusou nesta quarta-feira Israel de “executar” um palestino que morreu na terça-feira após ser baleado pelas forças israelenses quando tentava atravessar o muro de separação erguido por Israel, em um ponto localizado ao norte da cidade de Jerusalém.
“As repetidas execuções sumárias por parte do Exército sionista de ocupação contra o povo palestino (...) somam-se ao histórico de crimes brutais sionistas, que aumentam a um ritmo preocupante”, afirmou em reação à morte de Zakaria Ali Muhammad Qadis, de 44 anos, na localidade de Al Ram.
Assim, afirmou que Qadis é “um mártir” e ressaltou que “esses crimes não conseguirão quebrar a vontade do povo palestino, mas aumentarão o preço que a ocupação terá de pagar” por meio de “golpes dos heróis da resistência”, conforme informou o jornal palestino ‘Filastin’.
“Pedimos ao nosso povo e aos jovens rebeldes da Cisjordânia e de Jerusalém ocupada, bem como em todas as cidades e aldeias palestinas, que intensifiquem o estado de mobilização e enfrentem os crimes da ocupação e de seus colonos, diante do aumento dos assentamentos e dos planos de judaização contra nossa terra, nossos locais sagrados e o povo palestino”, concluiu.
O evento ocorreu em meio ao recrudescimento dos ataques por parte dos colonos e das incursões das forças de segurança israelenses desde 7 de outubro de 2023, data dos ataques contra Israel liderados pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), embora já nos primeiros nove meses daquele ano tivessem sido registrados números recordes de palestinos mortos nesses territórios em duas décadas, desde a Segunda Intifada.
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