Europa Press/Contacto/Mohammad Abu Ghosh
MADRID 18 ago. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) anunciou nesta segunda-feira que aceitou uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos mediadores, Catar e Egito, para a Faixa de Gaza, onde mais de 62 mil pessoas já foram mortas pela ofensiva israelense.
"O Hamas e as facções palestinas anunciam sua aprovação da proposta apresentada ontem pelos mediadores egípcios e do Catar", diz um breve comunicado divulgado pelo diário pró-islamita 'Philastin', do grupo islâmico.
A confirmação veio depois que o presidente egípcio Abdelfattah al-Sisi recebeu o chefe de governo e ministro das Relações Exteriores do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, e reafirmou a importância de seus "esforços contínuos" para um "cessar-fogo imediato" no enclave que permitiria a entrada "urgente e desimpedida" de ajuda humanitária e garantiria a libertação dos reféns.
"Confirmamos a rejeição categórica da reocupação militar da Faixa de Gaza e de qualquer tentativa de deslocar os palestinos de seu território", disse o Serviço de Informações do Governo Egípcio em um comunicado, acrescentando que Al Sisi havia solicitado um processo de reconstrução após o cessar-fogo.
Enquanto isso, uma autoridade israelense confirmou ao jornal 'The Times that Israel' que o governo de Benjamin Netanyahu recebeu a proposta, que foi aprovada pelo Hamas.
O governo israelense insistiu no domingo que o Hamas deve libertar imediatamente todos os reféns, vivos ou mortos, mantidos pelas milícias palestinas, e exigiu seu desarmamento imediato, bem como a desmilitarização da Faixa, o controle israelense do perímetro do enclave e o estabelecimento de um governo fora do Hamas e da Autoridade Palestina que "viva em paz com Israel".
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