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MADRID 26 jan. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu nesta segunda-feira que se avance nos acordos para o futuro da Faixa de Gaza após a recuperação do último israelense morto que permanecia no enclave palestino desde os ataques de 7 de outubro de 2023, que desencadearam a ofensiva militar que deixou mais de 71.600 palestinos mortos.
“A plena aplicação dos acordos de cessar-fogo em Gaza é absolutamente crucial. (Guterres) exorta todas as partes a avançarem de boa fé e sem demora nas fases posteriores, a facilitarem o acesso humanitário sustentado e sem obstáculos, inclusive através da passagem de Rafah, e a respeitarem o Direito Internacional Humanitário”, declarou seu porta-voz, Stéphane Dujarric.
Guterres, que recebeu “com satisfação” a notícia e expressou suas condolências às famílias, exigiu “mais uma vez que todas as partes interessadas estabeleçam uma via política credível para pôr fim à ocupação, reconhecer o direito à autodeterminação do povo palestino que leve a uma solução de dois Estados”.
O Exército de Israel confirmou que recuperou os restos mortais do último refém, o policial israelense Ran Gvili, que havia sido levado para Gaza pelas milícias do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas). O corpo estava em um cemitério no norte da Faixa de Gaza, dentro da Linha Amarela, a linha de retirada do Exército israelense de acordo com o acordo de cessar-fogo que entrou em vigor em 10 de outubro de 2025.
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