Publicado 15/06/2026 01:31

Guterres considera o acordo provisório entre os EUA e o Irã um "passo fundamental" rumo a uma resolução "pacífica"

Archivo - Arquivo - PEQUIM, 12 de maio de 2026  -- O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, discursa durante uma coletiva de imprensa no Escritório das Nações Unidas em Nairóbi (UNON), em Nairóbi, Quênia, em 11 de maio de 2026. Guterres e o
Europa Press/Contacto/Yang Guang - Arquivo

MADRID 15 jun. (EUROPA PRESS) -

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, parabenizou “calorosamente” os Estados Unidos e o Irã pelo acordo provisório de paz alcançado neste domingo, ao mesmo tempo em que o considerou um “passo fundamental” para a resolução “pacífica” do conflito desencadeado no último dia 28 de fevereiro, na sequência da ofensiva conjunta lançada por Washington e Israel contra Teerã.

"Parabenizo calorosamente os Estados Unidos e o Irã por terem alcançado um acordo de paz que prevê um cessar-fogo imediato e permanente, a reabertura do Estreito de Ormuz, bem como um marco para futuras negociações”, afirmou Guterres em uma mensagem nas redes sociais, na qual afirmou que isso representa um “passo fundamental para a resolução pacífica do conflito”.

Nessa linha, ele instou as partes envolvidas a aproveitar “esse novo impulso” e a “redobrar seus esforços” com o objetivo de alcançar uma solução “definitiva” para as hostilidades, ao mesmo tempo em que reiterou a disposição das Nações Unidas de “apoiar” as partes para alcançar uma paz “duradoura” e “global”.

Em seguida, o secretário-geral transmitiu seu “mais sincero agradecimento” ao Paquistão, Catar, Egito, Arábia Saudita, Turquia e outros países da região, pelo “papel construtivo” que, segundo ele, desempenharam ao “apoiar as negociações” que conduziram ao acordo de paz.

O primeiro a anunciar o acordo foi o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que se referiu a ele como um Acordo de Paz com o qual “as duas partes declararam o fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo o Líbano”, explicou Sharif em uma mensagem publicada nas redes sociais.

A ratificação do acordo ocorrerá na próxima sexta-feira, 19 de junho, na Suíça, conforme antecipado por Sharif e confirmado por Teerã e pelos Estados Unidos. De fato, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, considerou “possível” que o presidente norte-americano Donald Trump compareça pessoalmente ao evento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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