Publicado 28/02/2026 11:57

Guterres condena a "escalada militar" no Irã e pede o "cessar imediato das hostilidades"

NAÇÕES UNIDAS, 4 de fevereiro de 2026 — O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala em uma coletiva de imprensa na sede da ONU em Nova York, em 4 de fevereiro de 2026. Guterres disse na quarta-feira que apresentou à Assembleia Geral a composição de
Europa Press/Contacto/UN Photo

MADRID 28 fev. (EUROPA PRESS) - O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a “escalada militar”, tanto no que diz respeito ao ataque americano-israelense quanto à resposta iraniana, e pediu o “cessar imediato das hostilidades”.

“Condeno a escalada militar de hoje no Oriente Médio. O uso da força pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã e a resposta subsequente do Irã na região prejudicam a paz e a segurança internacionais”, afirmou Guterres em um comunicado oficial.

Guterres lembra que “todos” os Estados-membros da ONU “devem respeitar suas obrigações de acordo com o Direito Internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas”. “A Carta proíbe claramente ‘a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência de qualquer Estado ou de qualquer outra forma que não seja coerente com os objetivos das Nações Unidas’”, explicou.

Por isso, pede “o fim imediato das hostilidades e a redução da tensão”. Não fazê-lo poderia provocar “um conflito regional mais amplo, com graves consequências para os civis e a estabilidade regional”, advertiu. “Encorajo fervorosamente todas as partes a regressarem imediatamente à mesa das negociações”, afirmou.

Guterres considera que “não há alternativa viável à resolução pacífica das divergências internacionais” e destaca que a Carta das Nações Unidas fornece as bases para a manutenção da paz e da segurança internacionais.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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