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MADRID 16 jun. (EUROPA PRESS) -
A guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) anunciou que procederá nesta terça-feira à “liberação total, por pena cumprida”, de dois agentes da Polícia da Direção de Investigação Criminal e da Interpol (Dijin) capturados há quase um ano pelo grupo, que lembrou que mantém sob custódia vários funcionários do Ministério Público.
“Procederemos à libertação total, por pena cumprida, dos senhores agentes da Polícia Dijin, Franki Wesley Hoyos Murcia (...) e Yordin Fabián Pérez Mendoza", diz um comunicado da Frente de Guerra Oriental do ELN, que fixa nesta mesma terça-feira a data para a libertação dos capturados, que serão entregues "a uma comissão humanitária e a seus familiares".
Nesse sentido, o grupo ressaltou que mantém em seu “poder” vários funcionários do Ministério Público que estariam “cumprindo sua pena”, uma afirmação feita no âmbito dos julgamentos guerrilheiros realizados pelos combatentes. No entanto, a Frente se mostrou “aberta” à troca humanitária de prisioneiros de guerra, embora não tenha detalhado nem concretizado sua proposta nesta ocasião.
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