Publicado 11/05/2026 10:39

Guardiola discute com a nova presidente do Foro Nuclear o “papel estratégico” da energia nuclear nos dias de hoje

A presidente da Junta da Extremadura, María Guardiola, se reúne com a nova presidente do Foro Nuclear, Marta Ugalde
JUNTA DE EXTREMADURA

MÉRIDA 11 maio (EUROIPA PRESS) -

A presidente do Governo da Extremadura, María Guardiola, realizou nesta segunda-feira uma reunião institucional com a nova presidente do Foro Nuclear, Marta Ugalde, na qual discutiram suas visões sobre o futuro energético da Espanha e o papel estratégico da energia nuclear no atual contexto internacional.

Durante o encontro, ambas concordaram com a necessidade de a Espanha avançar para um modelo energético realista, equilibrado, seguro e estável, capaz de garantir a competitividade industrial, a autonomia estratégica e o abastecimento elétrico em um cenário geopolítico cada vez mais complexo, onde a soberania energética se tornou uma prioridade para a Europa, conforme informa a Junta da Extremadura em comunicado à imprensa.

Por isso, a presidente da Junta da Extremadura insistiu na “importância de unir esforços na defesa da continuidade de infraestruturas estratégicas como a Usina Nuclear de Almaraz”, considerando-a essencial não apenas em termos de emprego e prosperidade econômica, mas também de segurança e sustentabilidade.

“Esta usina constitui um ativo fundamental para a estabilidade e a solidez do sistema elétrico, além de representar um importante motor econômico e social para a região, contribuindo para a manutenção de milhares de empregos diretos e indiretos, para o desenvolvimento industrial e para a luta contra o despovoamento nas áreas rurais da Extremadura”, destacou Guardiola.

Por sua vez, a presidente do Foro Nuclear, Marta Ugalde, destacou que manter a operação das usinas nucleares “é imprescindível para garantir um fornecimento elétrico estável, reforçar a autonomia energética e avançar com determinação rumo aos compromissos climáticos”.

Segundo ela, “a Espanha tem a oportunidade de se alinhar com o caminho seguido pelas nações mais industrializadas, aproveitando o valor agregado que a energia nuclear traz para um sistema energético robusto, sustentável e voltado para o futuro”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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