MURCIA 10 nov. (EUROPA PRESS) -
A Guardia Civil da Região de Múrcia concluiu a segunda fase da operação "Crepúsculo", que desmantelou um grupo criminoso dedicado a cometer roubos em residências, com o esclarecimento de cinquenta atos criminosos cometidos tanto na região quanto na província de Alicante.
Os investigadores da Benemérita esclareceram cerca de 50 crimes de arrombamento cometidos em residências nos municípios murcianos de Lorca, Puerto Lumbreras, Santomera, Las Torres de Cotillas, Beniel, Águilas e Totana, bem como em Guardamar del Segura, Dolores e Almoradí, na província de Alicante, de acordo com fontes da Benemérita em um comunicado à imprensa.
A operação foi iniciada no final do ano passado, quando a Guardia Civil detectou um aumento de atos criminosos, especificamente roubos à força dentro de residências, em diferentes distritos de Lorca e Puerto Lumbreras, fatos que geraram certo alarme social, indicaram.
Os criminosos realizaram um estudo preliminar de seus alvos e, depois de verificar que não havia ninguém nas casas, obtiveram acesso a elas quebrando a cerca do perímetro e forçando os sistemas de segurança, como barras de janelas e portas e CCTV.
Uma vez dentro da propriedade, os criminosos vasculhavam rapidamente todos os cômodos para se apoderar de dinheiro e joias, embora em alguns dos roubos eles também roubassem equipamentos tecnológicos.
À medida que a operação avançava, ocorreram outros atos criminosos atribuídos ao mesmo grupo criminoso, o que permitiu que os investigadores estabelecessem os horários, o modus operandi e as áreas de ação dos criminosos, o que também lhes permitiu antecipar os movimentos do grupo criminoso.
COLABORAÇÃO COM A POLÍCIA LOCAL DE LORCA
Em fevereiro, os investigadores detectaram a presença em Lorca de um veículo usado pelos suspeitos. Os Guardas Civis, com a colaboração de várias unidades da Polícia Local de Lorca, estabeleceram um dispositivo de vigilância na área onde os atos criminosos sob investigação estavam sendo cometidos, o que culminou na localização e prisão dos três suspeitos, depois que eles fugiram em alta velocidade, dirigindo de forma imprudente e colocando em risco o resto dos usuários da estrada, onde chegaram a colidir com vários veículos policiais.
A Guarda Civil iniciou a segunda fase da operação, após colocar os detidos à disposição da Justiça, com o objetivo de esclarecer todos os fatos criminosos cometidos pelo grupo criminoso desmantelado.
A análise de todas as informações obtidas pelos investigadores levou ao esclarecimento de cinquenta atos criminosos cometidos desde o final de 2023 até as prisões em fevereiro de 2025 em diferentes municípios da Região de Múrcia e da província de Alicante.
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