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MADRID 2 abr. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Revolucionária iraniana reivindicou nesta quinta-feira um ataque a um centro de computação da Amazon no Bahrein, dando continuidade às ameaças de atacar instalações de quase vinte grandes empresas, muitas delas do setor de tecnologia.
“Cumprimos nossa promessa honesta e, em resposta aos assassinatos, na primeira ação contra a tecnologia de espionagem e as empresas terroristas, o centro de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi atacado e destruído”, anunciou o braço das Forças Armadas do Irã.
Dessa forma, sinalizou que se trata de “o primeiro aviso prático ao inimigo” para que ele pare de ignorar as advertências do Irã e cesse os “assassinatos”.
“Castigaremos com muito mais severidade as próximas empresas que anunciamos anteriormente, e a responsabilidade pela destruição total dessas empresas na região recai sobre o próprio presidente dos Estados Unidos”, indicou, referindo-se a Donald Trump.
A Guarda Revolucionária ameaçou nesta terça-feira lançar ataques contra instalações da Microsoft, Apple, Google, Meta, Boeing e Tesla e outras 14 empresas na região. Teerã acusa essas empresas de participar de “operações terroristas”. “Tanto vocês quanto seus aliados israelenses causaram a morte de vários cidadãos iranianos”, advertiu o corpo iraniano.
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