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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Revolucionária Iraniana instou nesta quinta-feira “todos os navios que pretendam transitar pelo estreito de Ormuz” a seguirem “rotas alternativas”, uma de entrada e outra de saída traçadas por sua própria Marinha, a fim de evitar possíveis minas antinavio na zona principal dessa passagem que une os golfos Pérsico e de Omã.
Foi o que indicou a Marinha da Guarda Revolucionária, que, em um comunicado divulgado pela agência iraniana Tasnim, próxima a esse órgão, instou os navios a seguirem “rotas alternativas para a travessia do Estreito de Ormuz até novo aviso”, uma medida motivada pela “possível presença de diversas minas antinavio” na principal zona de passagem após “a situação de guerra no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz” entre 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel lançaram sua ofensiva surpresa contra o Irã, e nesta mesma quarta-feira, quando Washington e Teerã acordaram um cessar-fogo.
Por isso, “para cumprir os princípios de segurança marítima e evitar possíveis colisões com minas navais”, os navios “devem, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária”, seguir estas “rotas alternativas”:
Uma “rota de entrada” para o Golfo Pérsico que vai “do Mar de Omã em direção ao norte, passando pela ilha de Lark”, situada ao sul da ilha de Ormuz e a leste da ilha de Qeshm, a maior desses territórios insulares iranianos, e uma “rota de saída” em direção ao Golfo de Omã que passa pelo “sul da ilha de Lark” até deixar o estreito.
O anúncio foi feito um dia depois de os Estados Unidos e o Irã terem acordado um cessar-fogo, pelo qual Washington adiou por duas semanas suas ameaças de ataques em território iraniano e Teerã prometeu “passagem segura” pelo estreito de Ormuz durante o mesmo período.
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