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MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Revolucionária iraniana negou nesta sexta-feira ter atacado uma usina de dessalinização no Kuwait, cujas autoridades denunciaram, horas antes, ataques contra uma usina e uma central elétrica, à medida que avança a ofensiva lançada no final de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã e que provocou ataques de retaliação contra países do Golfo Pérsico.
“O ataque contra a usina e a estação de dessalinização no Kuwait é resultado da ação do regime sionista”, afirmou a Guarda Revolucionária em um comunicado divulgado pela rede de televisão iraniana IRIB.
Nesse sentido, acusou Israel de agir com “depravação e baixeza”, enquanto os países da região alinhados aos interesses dos Estados Unidos e de Israel sofrem as represálias de Teerã em consequência da ofensiva.
Anteriormente, o Ministério da Eletricidade, Água e Energia do Kuwait informou sobre esses ataques, que levaram ao envio de equipes técnicas e de emergência à região, onde estão “colocando em prática planos de contingência previstos para manter as operações e garantir a segurança dessas áreas”.
Assim, ele fez um apelo à “calma” e instou a população a “não se deixar influenciar por boatos, mas a obter informações de fontes oficiais”. “Estamos monitorando a situação com transparência”, acrescentou.
Desde o início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, as autoridades do Kuwait têm informado sobre ataques lançados a partir do território iraniano contra o país, enquanto este busca bombardear alvos americanos e israelenses na região, incluindo bases militares.
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