Publicado 31/03/2026 09:43

A Guarda Revolucionária alerta que prevê "um horizonte de longo prazo" para a guerra contra os EUA e Israel

24 de março de 2026, Irã, Irã: Manifestantes pró-governo iranianos agitam bandeiras nacionais durante uma manifestação. O Irã afirmou ter disparado mísseis de cruzeiro contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, de acordo com um comunicado divulgado pela t
Europa Press/Contacto/Iranian Supreme Leader'S Off

MADRID 31 mar. (EUROPA PRESS) -

A Guarda Revolucionária do Irã advertiu nesta terça-feira que está trabalhando com “uma visão de longo prazo” para a guerra contra os Estados Unidos e Israel, após indicar a “expansão lógica e calculada” da frente de guerra.

“Consideramos um horizonte de longo prazo para a erosão do poder do regime sionista e do Exército dos Estados Unidos na região, com o objetivo de preparar o terreno para a batalha final e o avanço da nação islâmica em direção à Jerusalém ocupada”, indicou o corpo de guarda no âmbito de uma atualização de suas operações em resposta à missão ‘Fúria Épica’ lançada contra a República Islâmica.

Nesse sentido, as autoridades iranianas apontam que a mudança nas “táticas ofensivas” do Irã e o uso de “novos sistemas de mísseis”, “juntamente com a expansão lógica e calculada da frente de guerra por parte das zonas de resistência”, fazem prever uma “transformação qualitativa e estratégica no terreno”.

O balanço da Guarda Revolucionária, divulgado pela agência semioficial Tasnim, indica que as forças navais e aeroespaciais da Guarda Revolucionária atacaram “esconderijos” das forças americanas nas bases de Al Dafra, Victoria e Ali al Salem, nos Emirados Árabes Unidos, Iraque e Kuwait, respectivamente, “com drones de ataque e mísseis de precisão em uma operação contínua e consecutiva”.

Da mesma forma, reivindica as mais de 120 ações do partido miliciano xiita Hezbollah no Líbano, bem como das forças pró-iranianas no Iraque e no Iêmen, garantindo que infligiram “golpes devastadores” aos exércitos dos “invasores”.

A guerra desencadeada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro já deixou mais de 2.000 mortos em território iraniano. Entre as vítimas encontram-se figuras proeminentes da República Islâmica, como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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