Publicado 21/07/2026 04:29

A Guarda Civil investiga possíveis agressões sexuais a menores em um acampamento em Arroyomolinos

A Prefeitura não descarta atuar como parte civil

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de um carro da Guarda Civil
ALBERTO RUIZ / EUROPA PRESS - Arquivo

MADRID, 21 jul. (EUROPA PRESS) -

A Guarda Civil está conduzindo uma investigação para apurar a veracidade de duas supostas agressões sexuais contra duas meninas menores de idade em um acampamento de verão em Arroyomolinos, cometidas por um dos monitores.

Até o momento, foram recebidas duas denúncias de menores com idades entre três e sete anos, embora não se descarte a possibilidade de surgirem outras, segundo informou a Guarda Civil. A Prefeitura, por sua vez, não descarta a possibilidade de se constituir como parte civil.

O acampamento é organizado pela Mancomunidad del Suroeste e administrado por uma empresa privada que venceu uma licitação pública, informou a Prefeitura em um comunicado no qual nega qualquer relação com o funcionário.

A Prefeitura se pronunciou sobre as informações para expressar sua “condenação absoluta” e ressaltar que, em qualquer caso, “prevalecem os direitos e o bem-estar das menores e de suas famílias”.

Assim, a Prefeitura colocou à disposição das famílias das menores “todos os recursos disponíveis” da área de Serviços Sociais para que recebam apoio psicológico e assessoria jurídica; ao mesmo tempo, espera que a Mancomunidad do Sudeste apure as responsabilidades junto à empresa vencedora da licitação.

Os fatos teriam ocorrido no último dia 9 de junho, embora só na última sexta-feira os pais das menores tenham sido informados do ocorrido, segundo a versão de um dos pais divulgada pelo jornal “El Mundo”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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