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MADRID 29 ago. (EUROPA PRESS) -
O governo irlandês anunciou nesta sexta-feira a libertação de um grupo de pessoas que haviam sido sequestradas no dia 3 de agosto durante o ataque a um orfanato no Haiti, incluindo a diretora do centro, a missionária irlandesa Gena Heraty, e uma criança pequena.
Em uma declaração, o Ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Simon Harris, saudou a libertação de seu compatriota e de "todos os cidadãos haitianos" que haviam sido feitos reféns em um orfanato em Kenscoff, ao sul de Porto Príncipe. Os relatórios iniciais apontavam para um número de cerca de dez reféns.
"Esse é o resultado que todos nós esperávamos", disse Harris, que agradeceu às autoridades locais, à ONU e aos governos europeus envolvidos no processo por seu "trabalho incansável" nas últimas semanas. O governo irlandês, acrescentou ele, fornecerá "todo o apoio possível" às vítimas para ajudá-las a se recuperar dessa experiência "terrível".
A família da missionária também expressou seu alívio e gratidão em uma nota, enfatizando que a "prioridade" agora é a proteção de Heraty e pedindo à mídia que respeite sua privacidade. Eles também queriam enviar uma mensagem de esperança de "paz e segurança" no Haiti, um país marcado por um vácuo político e pela presença de gangues armadas.
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