Publicado 30/09/2025 02:03

Grupo do Congresso pede a Trump que proteja a flotilha que se aproxima de uma zona de alto risco

Archivo - Arquivo - 24 de julho de 2025, Washington, Distrito de Columbia, EUA: A deputada Rashida Tlaib (D-MI) fala em uma coletiva de imprensa com defensores dos direitos palestinos e profissionais médicos do lado de fora do Capitólio dos EUA, em 24 de
Europa Press/Contacto/Mehmet Eser - Arquivo

MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -

Até 18 congressistas norte-americanos pediram ao seu governo que garanta a segurança dos civis a bordo da Flotilha Global Sumud, que atualmente está se aproximando da área considerada de alto risco, com base na distância da Faixa de Gaza, onde Israel interrompeu missões anteriores.

"A flotilha deve chegar a Gaza em apenas alguns dias, mas a ameaça de violência do Estado israelense paira sobre sua jornada", diz a declaração assinada por Alexandria Ocasio-Cortez, Ilhan Omar e Rashida Tlaib, entre outros, que compartilharam a carta nas mídias sociais. "Pedimos que façam todo o possível para garantir a segurança da flotilha e de seus passageiros civis, que estão viajando desarmados, bem como o sucesso de sua missão pacífica e humanitária de entregar ajuda vital à população palestina sitiada em Gaza", acrescentaram.

O grupo de representantes criticou o governo do presidente Donald Trump por não ter agido em junho para proteger os cidadãos americanos no Madleen e no Handala, os navios usados nas duas missões humanitárias anteriores da flotilha. Em particular, eles denunciaram que o líder sindical Chris Smalls "foi brutalmente agredido por soldados israelenses durante sua detenção após a interceptação ilegal do navio".

"Os 24 cidadãos americanos a bordo não podem permitir outra negligência do governo dos EUA", diz a carta, enviada ao Secretário de Estado Marco Rubio, que o lembra que "eles, assim como o povo palestino em Gaza, merecem segurança".

Nesse sentido, os signatários lembraram à Casa Branca que "a lei é clara: qualquer ataque à Flotilha Global ou à sua tripulação civil é uma violação flagrante do direito internacional", o que implica "a obrigação de proteger seus cidadãos". "Exigimos que impeça qualquer ação hostil contra a flotilha e garanta o sucesso de sua missão humanitária", pediram.

A Global Sumud Flotilla informou na noite de segunda-feira que estava se aproximando da "área de alto risco, onde outras flotilhas foram interceptadas no passado". "Neste momento, a vigilância e a solidariedade internacionais são mais necessárias do que nunca", afirmou.

"À medida que nos aproximamos de Gaza e da área de alto risco, nós os manteremos informados para que possam ficar de olho na situação", disse a organização, argumentando que "vigilância é proteção" depois de se aproximar a 270 milhas náuticas do enclave.

Nesse sentido, a Flotilha pediu "pressão sobre as instituições internacionais para garantir a segurança de todos e para que possamos atingir nosso objetivo: romper o bloqueio e abrir um corredor humanitário".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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