Europa Press/Contacto/Cecilia Fabiano
MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
O governo da Grécia informou nesta sexta-feira que a maioria dos ativistas da Flotilha Global Sumud, que foram interceptados na quinta-feira pelas forças israelenses enquanto se dirigiam à Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária e enviados para a ilha grega de Creta, começou a deixar o país.
Em um comunicado do Ministério das Relações Exteriores, especifica-se que, das 176 pessoas que desembarcaram em Creta, 31 foram transferidas para um centro médico na cidade de Sitía, enquanto o restante foi levado ao aeroporto de Heraclión, “de onde, sob a responsabilidade das autoridades consulares estrangeiras competentes, iniciaram sua saída gradual da Grécia”.
“A operação foi coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores grego, em colaboração com a Guarda Costeira Helênica, o Estado-Maior das Forças de Defesa Nacional e a Região de Creta”, informou o ministério.
Atenas destacou que manteve “uma comunicação constante” com as missões diplomáticas estrangeiras na Grécia, as autoridades europeias competentes e os ministérios das Relações Exteriores dos países cujos cidadãos estavam envolvidos.
“Em circunstâncias extremamente adversas, o Estado grego assumiu de forma responsável a tarefa humanitária de acolher os participantes da Flotilha Global Sumud, zelando exclusivamente por sua segurança e proteção”, destacou.
Nesta sexta-feira, a maioria das pessoas detidas havia sido entregue às autoridades gregas; no entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel informou que o cidadão brasileiro Thiago de Ávila e o espanhol Saif Abukeshek seriam transferidos para Israel para serem interrogados.
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