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MADRID 18 abr. (EUROPA PRESS) -
Na quinta-feira, um grande júri dos Estados Unidos indiciou Luigi Mangione, o jovem preso por atirar no CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, até a morte no centro de Nova York no final de 2024, por duas acusações de assédio, bem como uma acusação de uso de arma e assassinato com arma de fogo, um crime pelo qual ele pode ser condenado à pena de morte.
"Mangione atravessou fronteiras estaduais em uma linha de ônibus interestadual com o objetivo de assediar e matar Brian Thompson", diz a acusação, conforme relatado pela CBS News.
Os promotores federais tornaram públicas as acusações contra o jovem de 26 anos no final do ano passado, mas até agora ele não havia sido formalmente acusado por eles.
A procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, anunciou no início de abril que buscará a pena de morte contra Mangione por "um assassinato premeditado e a sangue frio que chocou os Estados Unidos", embora o réu tenha se declarado inocente de todas as acusações contra ele.
Mangione, que foi preso em um McDonald's na cidade de Altoona, na Pensilvânia, supostamente matou Thompson a tiros do lado de fora do Hilton Hotel. O réu responde a uma acusação de homicídio em primeiro grau e a duas acusações de homicídio em segundo grau, além de várias outras acusações de falsificação e posse ilegal de armas.
O empresário de 50 anos, com uma carreira de duas décadas na UnitedHealth, assumiu o cargo em 2021 como chefe da divisão de seguros da UnitedHealthcare. No momento do assassinato, ele estava a caminho de participar da conferência anual de investidores da multinacional.
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