Publicado 18/05/2026 13:06

O governo vai recorrer da suspensão da declaração da sede da Comunidade de Madrid como Local de Memória

O ministro da Política Territorial e da Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, durante a sessão constitutiva da Comissão Nacional para a comemoração do Centenário da Geração de 27, no Círculo de Bellas Artes, em 14 de maio de 2026, em Ma
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press

MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -

O ministro da Política Territorial e Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, anunciou que o Governo central irá recorrer da decisão da Audiencia Nacional de suspender, a título cautelar, o acordo que declarava a Real Casa de Correos, sede da Presidência da Comunidade de Madrid e que, durante o franquismo, abrigou a Direção Geral de Segurança, como “Lugar de Memória Democrática”.

“Qualquer pessoa que se considere democrata deveria defender que seja um ‘Lugar de Memória’, mesmo que seja por humanidade. E estamos convencidos de que a Justiça acabará reconhecendo isso. Tempo ao tempo”, previu Torres em uma mensagem na rede social ‘X’, divulgada pela Europa Press.

Foi assim que o ministro reagiu a essa decisão da Audiencia Nacional, lembrando que se trata de uma medida cautelar, “não definitiva”, e que não entra no mérito da questão.

De qualquer forma, Torres sustenta que o Governo continua defendendo que declarar a Real Casa de Correos como “Lugar de Memória” “não afeta os usos do edifício”.

Por tudo isso, o governo decidiu recorrer da suspensão da declaração da sede da Comunidade de Madrid como Lugar de Memória: “O fato de a fachada lembrar o que foi aquele imóvel não interfere na atividade administrativa nem na imagem institucional, e é assim que argumenta um dos magistrados com um voto particular contundente”.

“Trata-se de fazer justiça às vítimas que sofreram morte e tortura nesse local”, afirma Torres.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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