Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE
MADRID 22 ago. (EUROPA PRESS) -
A equipe de governo do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, apresentou um projeto de lei ao parlamento que pretende prender todos aqueles que deixarem o país ilegalmente, a fim de impedir o recrutamento para as Forças Armadas.
Até agora, a legislação previa penalidades administrativas e financeiras, que estão sendo ampliadas com essa nova lei. Os infratores podem enfrentar multas de 51.000 a 170.000 grivnas (1.000 a 3.500 euros), bem como a possibilidade de prisão por até três anos.
A regra também se aplica a qualquer militar ucraniano que permaneça irregularmente no exterior durante a lei marcial, com multas financeiras e penas de prisão de até cinco anos. No entanto, eles podem escapar da punição se retornarem voluntariamente dentro de três meses e informarem sua própria situação irregular antes que as autoridades o façam.
O governo justificou a medida devido ao grande aumento nas tentativas de deixar o país de forma irregular desde a imposição da lei marcial após a invasão russa na Ucrânia. Os problemas de recrutamento são tantos que a mobilização dentro das prisões foi aprovada por lei.
Entre fevereiro de 2022 e março de 2025, as autoridades de fronteira detiveram quase 43.000 pessoas em idade de alistamento, a maioria das quais tentou atravessar a fronteira fora dos controles oficiais, informa a RBC.
O texto também inclui medidas punitivas mais severas contra aqueles que organizam esses movimentos transfronteiriços.
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