Publicado 28/05/2025 09:19

O governo Trump apela para a "segurança nacional" para explicar sua política de vistos após a última revisão

26 de maio de 2025, Arlington, Virgínia, EUA: O presidente Donald Trump faz um discurso durante a cerimônia do Memorial Day no Anfiteatro do Cemitério Nacional de Arlington, na segunda-feira, 26 de maio de 2025, em Arlington, Virgínia.
Europa Press/Contacto/White House

MADRID 28 maio (EUROPA PRESS) -

O governo dos EUA explicou que sua política de vistos é sempre regida por questões de "segurança nacional", embora tenha evitado comentar publicamente a ordem emitida para embaixadas e consulados no exterior para suspender entrevistas para a possível concessão de autorizações de viagem para fins de estudo até segunda ordem.

"Com efeito imediato", o governo de Donald Trump ordenou que as missões diplomáticas parem de entrevistar estudantes, enquanto espera que as autoridades determinem novos protocolos que incluirão maior vigilância da atividade dos possíveis beneficiários nas redes sociais, de acordo com uma comunicação interna acessada por meios de comunicação como Politico, CNN e NBC News.

Washington, que espera que o processo desacelere quando essa revisão for concluída, planeja emitir ordens mais claras nos próximos dias. Um porta-voz do Departamento de Estado consultado pela Europa Press na quarta-feira evitou entrar em detalhes sobre a nova ordem, alegando que "não comenta comunicações internas".

Ele ressaltou que o cronograma para a realização dessas entrevistas é "dinâmico" e que, desde 2019, o Departamento já está pedindo aos candidatos que forneçam seus usuários nas redes sociais. A revisão de cada caso se estende inclusive "durante o período de validade de cada visto emitido", e não apenas antes da viagem.

"A administração Trump está focada em proteger nossa nação e nossos cidadãos, aplicando os mais altos padrões de segurança nacional e segurança pública nos procedimentos de visto", disse o porta-voz, defendendo a revisão específica de "qualquer viajante em potencial". "Proibir a entrada nos Estados Unidos daqueles que possam representar uma ameaça é fundamental para proteger os cidadãos americanos", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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