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Afirma que a instituição está infringindo a lei após uma decisão da Suprema Corte que revoga a ação afirmativa para ingresso na universidade
MADRID, 14 maio (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Justiça apontou nesta quinta-feira a Universidade de Yale por “continuar discriminando” candidatos brancos e de origem asiática em relação aos negros e hispânicos no âmbito dos processos de admissão da faculdade de Medicina.
Uma investigação realizada pela Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça determinou que candidatos negros e hispânicos são admitidos com notas acadêmicas sistematicamente inferiores às de seus colegas brancos e asiáticos.
Essa investigação, informou o Departamento em um comunicado, “corrobora” uma análise inicial que indicava que Yale “violou a legislação ao discriminar intencionalmente” outros candidatos “por motivos de raça” em suas admissões.
“Este Departamento continuará denunciando essas práticas ilegais e exigindo que as instituições de ensino superior cumpram a lei federal”, declarou a procuradora-geral adjunta, Harmeet K. Dhillon, da Divisão de Direitos Civis do Departamento.
Isso ocorre depois que o Departamento de Justiça enviou uma carta ao advogado que representa Yale para notificar a instituição de ensino de que, após uma análise inicial, constatou que ela violou as normas de ação afirmativa nos processos de seleção das turmas de 2023, 2024 e 2025.
A carta foi enviada na sequência da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, em junho de 2023, que anulou a ação afirmativa com base na raça para ingresso na universidade, uma decisão que se referia, em particular, às práticas da Universidade da Carolina do Norte e da Universidade de Harvard.
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