Europa Press/Contacto/Probal Rashid - Arquivo
MADRID 12 ago. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos concluiu na terça-feira que a Universidade George Washington, localizada no Distrito de Colúmbia, violou a lei federal de direitos civis ao não tomar medidas para conter o antissemitismo em seu campus.
O governo de Donald Trump concluiu que os funcionários da universidade agiram de forma "indiferente" às queixas, à má conduta e aos danos sofridos por estudantes e professores judeus e israelenses.
"Ninguém está acima da lei. As universidades que disseminam a discriminação antissemita enfrentarão consequências legais", disse o procurador-geral assistente Harmeet K. Dhillon, da unidade de direitos civis do departamento, em um comunicado.
Dhillon enviou uma carta à presidente da Universidade George Washington, Ellen Granberg, oferecendo-se para resolver a questão por meio de um acordo antes de "prosseguir com a aplicação da lei" e dando à instituição até 22 de agosto para responder à carta.
Isso ocorre em meio ao endurecimento das regras de direitos civis do governo federal nas instituições de ensino superior, na esteira das crescentes tensões nos campi em relação às manifestações pró-palestinas no contexto da ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.
O governo já cortou o financiamento de várias universidades, incluindo a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), por supostamente violar as leis antidiscriminatórias em meio aos grandes protestos pró-palestinos.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático