Publicado 16/08/2025 06:39

O governo russo informa a apreensão de mais dois locais na Ucrânia horas após a cúpula do Alasca

O ex-presidente Medvedev enfatiza que a diplomacia e a guerra podem ocorrer "simultaneamente".

31 de julho de 2025, Ucrânia, Kiev: Incêndio em um prédio residencial após um ataque de mísseis russos que atingiu Kiev. Foto: Svet Jacqueline/ZUMA Press Wire/dpa
Svet Jacqueline/ZUMA Press Wire/ DPA

MADRID, 16 ago. (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Defesa da Rússia informou no sábado a tomada de mais duas localidades em regiões do leste ucraniano, horas depois de o presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega norte-americano, Donald Trump, terem se reunido no Alasca para tentar construir pontes sobre o conflito.

Em particular, Moscou declarou que Kolodezi, na região de Donetsk, e Voronoe, em Dnipropetrovsk, foram "libertadas". O ministério da defesa já havia relatado progresso em outras frentes nos últimos dias, em meio a uma aparente intensificação da ofensiva que levou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Até o momento, a Rússia não está contemplando nenhum gesto no campo de batalha para aproximar a Ucrânia e, de fato, a reunião entre Putin e Trump terminou sem nenhum acordo tangível. O próprio presidente dos EUA sugeriu no sábado que é melhor ir "diretamente" para um acordo de paz e não se contentar com "um simples cessar-fogo".

Por sua vez, o ex-presidente russo Dmitry Medvedev disse no Telegram que a reunião no Alasca mostrou que a ofensiva na Ucrânia e o diálogo podem acontecer "simultaneamente", sugerindo que não é necessário que as forças russas cessem seus ataques.

Medvedev, atualmente vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, explicou que Putin colocou na mesa as "condições" de Moscou para encerrar o conflito e que Trump se comprometeu a não aumentar a "pressão", pelo menos "por enquanto".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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