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MADRID 11 set. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Defesa do Governo do Iêmen, reconhecido internacionalmente, advertiu nesta quinta-feira que utilizará “todo tipo de armamento e fogo” para eliminar membros e alvos das milícias rebeldes huti naquilo que definiram como uma “zona de eliminação”, após o anúncio da tomada huti da cidade litorânea de Mocha, no oeste do Iêmen.
“As Forças Armadas do Iêmen começarão a empregar todo tipo de armamento e fogo para neutralizar qualquer movimento militar da milícia terrorista huti dentro da ‘zona de eliminação’”, afirma um comunicado do porta-voz oficial das forças governamentais, Abdulá al Nuzaili, acompanhado de um mapa com uma área demarcada que se estende desde a cidade de Moca até cerca de 36 quilômetros para o interior pela estrada para Taiz, antes de chegar à localidade de Al Mafraq. Também abrange uma faixa de cerca de 15 quilômetros ao norte e outros 20 ao sul da referida estrada.
Nesse contexto, o porta-voz militar instou os civis, “para sua própria segurança”, a “evitarem transitar pela estrada de Taiz a Moca até novo aviso e a se manterem afastados dos aglomerados de pessoal e equipamentos da milícia terrorista huti”.
A medida drástica surge em resposta à captura, pelos rebeldes huti, da estratégica cidade de Mocha, localizada na costa oeste e a mais próxima do estreito de Bab el Mandeb, no âmbito da ofensiva lançada há cerca de uma semana contra as forças das autoridades reconhecidas internacionalmente, apoiadas por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita.
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