Publicado 11/06/2025 11:34

O governo reafirma seu apoio ao uso de idiomas co-oficiais na Conferência de Presidentes: "Não é contra ninguém".

O Presidente do Governo Espanhol, Pedro Sánchez, preside a 28ª Conferência de Presidentes, no Palau de Pedralbes em Barcelona, em 6 de junho de 2025, em Barcelona, Catalunha (Espanha). A conferência abordará os 16 pontos da agenda, que serão ampliados par
Lorena Sopêna - Europa Press

MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -

O Secretário de Estado de Política Territorial, Arcadi España, defendeu o uso dos idiomas co-oficiais dentro da Conferência de Presidentes, colocando-o dentro do "respeito institucional" e proclamando que "não é contra ninguém".

Essa foi a declaração feita pelo "número dois" do Ministério de Política Territorial durante sua presença no Congresso após a controvérsia sobre o uso dos idiomas co-oficiais na Conferência de Presidentes da semana passada, que fez com que a líder de Madri, Isabel Díaz Ayuso, abandonasse a reunião em Barcelona.

Diante das críticas do PP e da Vox na Comissão de Política Territorial, o Secretário de Estado alegou "respeito" pela cultura e pelos idiomas co-oficiais.

Nesse contexto, ele vê como um símbolo de "respeito institucional" o uso dos idiomas co-oficiais nesse fórum em que todos os presidentes regionais estão presentes, o que ele definiu como "o ápice da negociação em um estado plural e descentralizado".

Da mesma forma, o Secretário de Estado de Política Territorial lembrou que houve presidentes regionais do PP que chegaram a usar um idioma diferente do castelhano em seus discursos, como alguns deles reconheceram publicamente mais tarde.

E não aconteceu nada, é um sintoma de respeito, não de imposição", disse o "número dois" do Ministério de Política Territorial.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado