Publicado 05/05/2026 08:09

O governo promete aprovar 179 normas até 2026, incluindo orçamentos e financiamento regional

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Tribunais, Félix Bolaños, atende à imprensa no Palácio de Parcent, em 4 de maio de 2026, em Madri (Espanha). Bolaños moveu uma ação contra o suposto intermediário do “caso Koldo”, o
Fernando Sánchez - Europa Press

MADRID 5 maio (EUROPA PRESS) -

O ministro da Presidência, Justiça e Relações com as Cortes, Félix Bolaños, anunciou nesta terça-feira que o Governo prevê aprovar 179 propostas legislativas em 2026, entre as quais se incluem o Orçamento Geral do Estado (OGE) e a lei de financiamento das comunidades autônomas. “A legislatura segue em frente”, afirmou.

Foi o que adiantou o ministro na coletiva de imprensa após o Conselho de Ministros, na qual, entre outros assuntos, apresentou à mídia o Plano Normativo Anual, que reúne as principais medidas que o Executivo impulsionará para o próximo ano.

Especificamente, Bolaños destacou que o plano para 2026 inclui 179 novas propostas normativas, das quais 10 são leis orgânicas, 38 são normas ordinárias e 131 são decretos reais. Além disso, 31% das normas a serem aprovadas são incorporações da legislação europeia ao direito nacional.

O ministro também informou que o grau de execução do Plano Normativo Anual de 2025 é “muito alto”: 36,18% das normas foram aprovadas e 46,23% estão em fase avançada de tramitação.

AS NORMAS

Para 2026, o Executivo inclui em seu plano normativo anual o orçamento geral do Estado, o financiamento autônomo, a lei de crédito ao consumo e a lei de modernização do sistema financeiro.

Haverá também outras normas para “continuar avançando com o Plano de Ação pela democracia”, conforme explicou Bolaños, como a lei orgânica de integridade pública, a lei anticorrupção ou a lei de publicidade no setor público.

Em matéria de igualdade, o Governo prevê aprovar a lei sobre violência vicária e tráfico de pessoas, que reunirá “todas as formas de tráfico e exploração humana”. Também serão aprovadas outras normas relacionadas ao emprego, como a lei da democracia na empresa, a lei de prevenção de riscos ocupacionais, que passou em primeira votação na semana passada, a lei de melhoria das condições de trabalho em plataformas ou a lei do consumo sustentável.

No âmbito da justiça, o Governo pretende impulsionar a lei da assistência jurídica gratuita, “que substituirá a de 1996, que se tornou obsoleta”, segundo o ministro; ou a lei de proteção ao direito à honra, “cada vez mais necessária”. Também será aprovada uma norma para incorporar a prova digital ao direito nacional.

Moncloa pretende, além disso, desenvolver a lei orgânica da juventude e dos direitos das gerações futuras e, na área da saúde, a lei de medicamentos e produtos sanitários, ou de gestão pública e integridade do Sistema Nacional de Saúde. O ministro também mencionou a lei de inteligência artificial, “que já está em fase avançada de elaboração pelo ministério competente e que em breve será apresentada ao Conselho de Ministros”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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