Europa Press/Contacto/Jorge Castellanos
MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -
O governo português aprovou nesta quinta-feira um pacote de 45 medidas para ajudar as pessoas e as empresas afetadas pela onda de incêndios a se recuperarem o mais rápido possível, como parte dos esforços que, segundo o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não exigem a declaração de estado de calamidade, como alguns partidos e administrações locais vinham exigindo.
"O país está em estado de choque", reconheceu Montenegro, durante uma entrevista em que prometeu que seu governo fará "todo o possível" para tentar "minimizar o sofrimento" daqueles que sofreram em primeira mão a devastação das chamas.
Ao final de um Conselho de Ministros Extraordinário realizado na cidade de Viseu, o primeiro-ministro português admitiu que, apesar de esses incêndios terem contado com o maior mecanismo de resposta da história, "nem tudo correu bem", informa o canal público de televisão RTP.
Nesse sentido, ele defendeu que, apesar de nem sempre estar presente no local, a prioridade foi a proteção da população e das casas e levantou a necessidade de uma avaliação para examinar, entre outras coisas, possíveis políticas de prevenção para evitar chegar a extremos como os atuais.
As novas medidas incluem o reforço do atendimento médico nas áreas afetadas pelos incêndios, ajuda às famílias e empresas, por exemplo, para facilitar e acelerar a reconstrução. O governo prometeu cobrir 100% dos custos no caso de casas de até 250.000 euros.
Além disso, colocou sobre a mesa uma nova ferramenta legislativa para acelerar as medidas de recuperação, que seria ativada por uma simples resolução do Conselho de Ministros.
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