Jesús Hellín - Europa Press
MADRID 23 set. (EUROPA PRESS) -
O Conselho de Ministros deu luz verde nesta terça-feira ao decreto-lei real para o embargo de armas a Israel, mas reservou a possibilidade de acordar exceções específicas com base no interesse geral, de acordo com o ministro da Economia, Carlos Cuerpo.
Como ele explicou em uma coletiva de imprensa em Moncloa, o governo queria preservar sua capacidade de "poder autorizar uma operação", por meio de um acordo do Conselho de Ministros, "em circunstâncias excepcionais que afetem o interesse geral".
Cuerpo se referiu aos regulamentos de comércio exterior sobre defesa e uso duplo, que "se referem a esse conceito de interesse geral, aludindo, por exemplo, a elementos associados à segurança nacional ou à política externa", insistindo que deseja incluir essa circunstância no decreto real "para situações excepcionais que podem não ter sido previstas inicialmente ou que surjam durante sua implementação".
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