Publicado 20/09/2025 05:16

Governo palestino aplaude a decisão "corajosa" de Portugal de reconhecer o Estado da Palestina

Archivo - Arquivo - Primeiro-ministro palestino Mohamad Mustafa na cidade de Ramallah, na Cisjordânia (arquivo)
Hannes P. Albert/dpa - Arquivo

Ele pede àqueles que ainda não tomaram essa medida que o façam para "proteger a solução de dois Estados endossada internacionalmente".

MADRID, 20 set. (EUROPA PRESS) -

O governo palestino aplaudiu neste sábado a decisão de Portugal de reconhecer o Estado da Palestina e enfatizou que se trata de "uma decisão corajosa, consistente com o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas", em meio à onda de reconhecimentos por países ocidentais nas últimas semanas.

O Ministério das Relações Exteriores da Palestina disse em um comunicado publicado em sua conta na rede social X que a decisão de Lisboa "apoia os esforços para alcançar a paz e implementar a solução de dois Estados", antes de pedir aos países que ainda não deram esse passo que anunciem o reconhecimento da Palestina para "proteger a solução de dois Estados", apoiada pela comunidade internacional e rejeitada por Israel.

Ele conclamou esses países a "participarem ativamente dos esforços internacionais para pôr fim imediato à guerra, proteger a população civil e iniciar um processo político negociado para acabar com a ocupação e permitir que o povo palestino exerça seu direito à autodeterminação" a fim de "alcançar segurança, estabilidade e prosperidade para os países e povos da região".

A declaração foi feita depois que o Ministério das Relações Exteriores de Portugal anunciou na sexta-feira que reconhecerá o Estado da Palestina na próxima sessão da Assembleia Geral da ONU, marcada para a próxima semana, seguindo os passos de outros países como França, Austrália, Reino Unido e Canadá.

"A declaração oficial de reconhecimento ocorrerá no domingo, 21 de setembro, antes da conferência de alto nível na próxima semana", disse ele. O ministro das Relações Exteriores, Paulo Rangel, já havia dito durante sua visita ao Reino Unido na segunda-feira que não via nenhum obstáculo para dar esse passo no reconhecimento do Estado da Palestina.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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