Carlos Luján - Europa Press
MADRID, 17 jun. (EUROPA PRESS) -
A porta-voz do Governo, Pilar Alegría, declarou que não sabe se mais nomes de membros do Executivo podem vir à tona na investigação que levou à saída do "número três" do PSOE, Santos Cerdán, pela suposta cobrança de subornos, embora no momento ela tente limitá-la ao "triângulo tóxico" formado pelo ex-ministro e ex-secretário de Organização José Luis Ábalos, seu sucessor no partido, Santos Cerdán e o ex-assessor ministerial, Koldo García.
Quando perguntado se eles podem garantir que nenhum outro membro do governo será implicado nesse caso de suposta corrupção, Alegría disse que nenhuma organização está isenta de ter casos de irregularidades em suas fileiras, mas reiterou que eles agiram com força assim que souberam que havia "indícios sólidos".
"Se mais nomes aparecerão, eu não sei", disse ele na coletiva de imprensa após o Conselho de Ministros de terça-feira, deixando claro que eles estavam cientes do conteúdo do relatório da Unidade Operacional Central (UCO) da Guardia Civil na quinta-feira, 12 de junho, "quando o segredo do processo sumário foi aberto". Alegría também garantiu que, "diante de qualquer evidência sólida que afete qualquer pessoa", eles agirão "com a mesma firmeza".
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