Publicado 01/09/2026 08:55

O governo nega que Sánchez tenha feito “repreensões” ao rei por ele não ter ido a Ceuta e insiste que há “razões” para que ele vá

Coletiva de imprensa após a Reunião do Conselho de Ministros
MARTA FERNÁNDEZ JARA - EUROPA PRESS

MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -

A porta-voz do Governo, Elma Saiz, negou nesta terça-feira que o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, tenha repreendido o rei Felipe VI por ainda não ter ido a Ceuta após a entrada em massa de imigrantes há um mês, defendendo que ele apenas “constatou uma realidade” e insistindo que há “razões” para que essa visita ocorra.

Foi assim que a porta-voz do Governo se pronunciou na coletiva de imprensa após o Conselho de Ministros sobre as declarações de Sánchez nesta segunda-feira, nas quais ele considerava que havia argumentos suficientes para que o rei fosse a Ceuta.

“Não foi nenhuma repreensão, mas sim uma constatação de uma realidade: já se passaram 20 anos desde a última visita do rei emérito a Ceuta”, insistiu Elma Saiz sobre essas palavras de Sánchez, ressaltando que Felipe VI irá à cidade autônoma.

Quando questionada se o Rei Felipe VI e Sánchez conversaram sobre esse assunto na reunião que mantiveram nesta segunda-feira, Elma Saiz afirmou não saber o que foi discutido nesse encontro, mas defendeu que a reunião ocorreu “com total normalidade democrática” e que já estava agendada antes do verão.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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