MARTA FERNÁNDEZ JARA - EUROPA PRESS
MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
A porta-voz do Governo, Elma Saiz, negou nesta terça-feira que o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, tenha repreendido o rei Felipe VI por ainda não ter ido a Ceuta após a entrada em massa de imigrantes há um mês, defendendo que ele apenas “constatou uma realidade” e insistindo que há “razões” para que essa visita ocorra.
Foi assim que a porta-voz do Governo se pronunciou na coletiva de imprensa após o Conselho de Ministros sobre as declarações de Sánchez nesta segunda-feira, nas quais ele considerava que havia argumentos suficientes para que o rei fosse a Ceuta.
“Não foi nenhuma repreensão, mas sim uma constatação de uma realidade: já se passaram 20 anos desde a última visita do rei emérito a Ceuta”, insistiu Elma Saiz sobre essas palavras de Sánchez, ressaltando que Felipe VI irá à cidade autônoma.
Quando questionada se o Rei Felipe VI e Sánchez conversaram sobre esse assunto na reunião que mantiveram nesta segunda-feira, Elma Saiz afirmou não saber o que foi discutido nesse encontro, mas defendeu que a reunião ocorreu “com total normalidade democrática” e que já estava agendada antes do verão.
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