Carlos Luján - Europa Press
MADRID 24 maio (EUROPA PRESS) -
O governo negou que o diretor do Fundo de Apoio à Solvência das Empresas, Julián Mateos, tenha intervindo na concessão do empréstimo à Plus Ultra em 9 de março de 2021.
Foi o que informaram fontes de Moncloa, que também ressaltaram que o cargo foi criado em agosto de 2021 e que a pessoa nomeada para o cargo não trabalhava anteriormente na Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI). “Portanto, ele não teve qualquer intervenção no empréstimo concedido à Plus Ultra”, concluíram.
Essa é a resposta ao relatório que a UDEF enviou ao juiz José Luis Calama, titular do Tribunal Central de Primeira Instância Número 2, ao qual a Europa Press teve acesso, no qual os agentes analisam uma conversa de 30 de março de 2020 entre os diretores da Plus Ultra, Rodolfo Reyes e Julio Martínez Sola, este último atual presidente da companhia aérea.
Segundo a UDEF, em julho de 2021, a Promotoria Provincial de Madri solicitou o levantamento da medida cautelar que mantinha o bloqueio dos 34 milhões de euros de ajuda à empresa, e o resgate foi concluído apenas um mês depois.
Uma semana depois disso, o amigo de Zapatero — Julio Martínez Martínez — enviou uma notícia na qual “se faz alusão à recente nomeação de Julián Mateos como diretor do Fundo de Apoio à Solvência das Empresas”, o órgão da SEPI encarregado de gerenciar o resgate, aponta.
“Após o reenvio da notícia, poucos minutos depois, Reyes perguntou a Martínez Martínez se o conhecia e, na mensagem seguinte, Reyes disse: ‘10k done’. O exposto acima evidencia a confirmação de um pagamento no valor de 10.000 euros”, conclui a Polícia.
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