Publicado 01/05/2026 02:22

O governo de Milei suspenderá na segunda-feira a proibição de acesso da imprensa à Casa Rosada

Archivo - Arquivo - 20 de janeiro de 2026, Cidade Autônoma, Buenos Aires, Argentina: Após mais de 15 dias sem bandeira na Praça de Maio e na Casa Rosada, foi hasteada uma bandeira argentina visivelmente danificada e rasgada, gerando críticas e surpresa de
Europa Press/Contacto/Virginia Chaile - Arquivo

MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -

O governo da Argentina suspenderá o veto à imprensa na Casa Rosada na próxima segunda-feira, quando, além disso, o chefe de Gabinete, Manuel Adorni, conduzirá uma coletiva de imprensa que ocorrerá por volta das 11h da manhã (hora local) e encerrará a proibição após mais de uma semana.

Isso foi confirmado pelo jornal “La Nación” e pela emissora Todo Noticias (TN), citando “fontes de alto escalão do governo” e “fontes oficiais”, respectivamente. A proibição foi motivada por uma denúncia contra dois funcionários do canal TN por uma suposta espionagem ilegal, sobre a qual ainda não se conhecem mais detalhes.

A medida foi rejeitada por diversas organizações jornalísticas, como o Sindicato da Imprensa de Buenos Aires ou a ONG Repórteres Sem Fronteiras.

No entanto, o Executivo decidiu, uma semana depois, suspender as restrições após, segundo fontes oficiais da Todo Noticias, “uma revisão dos sistemas de vigilância, equipamentos de controle e dispositivos de comunicação: tudo o que precisa ser revisado para garantir a segurança do presidente”.

No entanto, a comparecimento de Adorni também desperta interesse devido à situação enfrentada pelo chefe de Gabinete, que nesta mesma quarta-feira enfrentou uma intensa sessão na Câmara dos Deputados, na qual defendeu repetidamente sua inocência e sua decisão de não deixar o cargo, apesar das acusações contra ele por suposto enriquecimento ilícito.

“Não cometi nenhum crime e vou provar isso na Justiça”, afirmou ele para concluir um discurso inicial de mais de uma hora e meia, no qual recebeu o apoio gritado do presidente argentino, Javier Milei, da tribuna da Câmara.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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