MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo mantém seu apoio ao procurador-geral do Estado, Álvaro García Ortiz, depois que a Suprema Corte o deixou à beira do banco dos réus por um suposto crime de revelar segredos sobre Alberto González Amador, namorado da presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso.
Fontes do governo afirmam que mantêm seu apoio ao promotor, como têm feito até agora, ao mesmo tempo em que expressam seu total respeito pelo judiciário.
Nesta terça-feira, a Suprema Corte apoiou a decisão do magistrado Ángel Hurtado de processar García Ortiz, a quem as acusações pedem até 6 anos de prisão pelo vazamento da investigação por crimes fiscais contra o namorado de Ayuso.
O Executivo já demonstrou seu apoio ao procurador-geral em várias ocasiões, apesar do progresso da investigação contra ele.
A última foi em junho passado - quando a Suprema Corte solicitou sua acusação - quando a porta-voz do Executivo, Pilar Alegría, expressou seu apoio "total" ao promotor e acusou a Suprema Corte de tomar decisões "difíceis de entender".
Naquela época, fontes do governo já haviam garantido que o apoiariam até o fim, mesmo que a abertura de um processo contra ele fosse confirmada e ele tivesse que se sentar no banco dos réus, uma situação que agora está mais próxima.
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