Publicado 11/08/2025 14:08

O governo lamenta a morte de Uribe e condena a violência: "É inaceitável e não tem lugar em nossas sociedades".

Archivo - Arquivo - O Ministro das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação, José Manuel Albares, durante uma coletiva de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros no Palácio La Moncloa, em 10 de junho de 2025, em Madri (Espanha). O Governo
Carlos Luján - Europa Press - Archivo

MADRID 11 ago. (EUROPA PRESS) -

O governo lamentou nesta segunda-feira a morte do senador colombiano e pré-candidato presidencial Miguel Uribe e condenou a violência, destacando que "é inaceitável" e que "não tem lugar em nossas sociedades".

Em uma declaração emitida pelo Ministério das Relações Exteriores, o Executivo demonstrou sua solidariedade com a família de Uribe, que, por meio de sua esposa, informou sobre a morte do senador colombiano.

Uribe foi vítima de um atentado em 7 de junho durante um comício de campanha na cidade de Fontibón, nos arredores da capital, Bogotá. O pré-candidato presidencial ficou gravemente ferido após levar dois tiros na cabeça e um na perna. Ele está hospitalizado desde então.

O Ministério Público da Colômbia confirmou que pelo menos dez pessoas estavam envolvidas na preparação e execução do ataque. Várias pessoas foram presas em conexão com o caso, incluindo o suposto mentor da tentativa de assassinato, Elder José Arteaga Hernández, conhecido como "El Costeño", e o adolescente de 15 anos que disparou os tiros.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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