Sebastiano Diamante/LaPresse via / DPA
MADRID 5 out. (EUROPA PRESS) -
O governo israelense negou no domingo que suas forças de segurança tenham maltratado os membros da Flotilha Global Sumud que estavam sob sua custódia, depois que alguns dos tripulantes deportados denunciaram violações de seus direitos como detentos.
O caso mais proeminente é o de uma de suas tripulantes mais conhecidas, a ativista sueca Greta Thunberg. De acordo com um e-mail enviado pelo Ministério das Relações Exteriores da Suécia a pessoas próximas a Thunberg, ao qual o jornal The Guardian teve acesso, a jovem relatou que estava em uma cela cheia de percevejos, desidratada, sem comida e água suficientes.
Ersin Celik, ativista turco e membro da tripulação da Flotilha, afirmou que as forças israelenses "arrastaram a pequena Greta pelos cabelos diante de nossos olhos, bateram nela e a forçaram a beijar a bandeira israelense".
Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores de Israel assegurou que todas essas declarações são "mentiras flagrantes" e garantiu que "todos os direitos legais dos detidos estão sendo totalmente respeitados".
"Greta também não reclamou com as autoridades israelenses sobre nenhuma dessas acusações ridículas e infundadas, porque elas nunca aconteceram", reiterou o Ministério das Relações Exteriores de Israel em uma declaração concisa em sua conta de mídia social.
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