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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo israelense considera que as exigências da oposição para a reintegração do chefe demitido do serviço nacional de inteligência, Ronen Bar, são "absurdas" e que a decisão final sobre sua demissão cabe ao executivo, não a um tribunal.
Bar foi demitido em 21 de março, depois que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que havia perdido a confiança nele após os ataques de 7 de outubro em território israelense.
A oposição e alguns membros do público criticaram a medida como uma punição pela investigação da agência sobre um suposto esquema de corrupção entre o governo, o Catar e o financiamento do Hamas, que, segundo a agência, foi um dos fatores que contribuíram para os ataques.
A resposta foi apresentada pelo advogado Zion Amir, que atua como advogado independente do governo, já que o procurador-geral do país, Gali Baharav-Miara, se opõe à demissão de Bar.
Em sua declaração, relatada pelo Times of Israel, Amir responde que as petições contra a demissão são "uma tentativa de expropriar das mãos do Governo de Israel e, por extensão, das mãos do povo que o elegeu, sua autoridade e sua obrigação mais fundamental para a segurança do Estado de Israel e de seus cidadãos".
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