Publicado 20/03/2025 21:08

Governo israelense aprova por unanimidade a demissão do chefe do Shin Bet

Archivo - Arquivo - O diretor-geral da agência de inteligência interna de Israel (Shin Bet), Ronan Bar, e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro israelense de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente israelense da Repúbli
Kobi Gideon/Gpo/Dpa - Arquivo

MADRID 21 mar. (EUROPA PRESS) -

O governo israelense aprovou a demissão do chefe do Serviço Nacional de Inteligência de Israel, Ronen Bar, uma medida criticada pela oposição e por parte do público, que a vê como uma punição pela investigação do serviço de inteligência que revelou um suposto esquema de corrupção entre o governo, o Catar e o financiamento do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

O último dia de Bar no cargo será 10 de abril, antecipando sua demissão, originalmente programada para 20 de abril. Entretanto, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu indicou que ele poderá renunciar antes se os ministros aprovarem um substituto permanente, informa o The Times of Israel.

O chefe do Shin Bet não compareceu à reunião do gabinete e enviou uma carta na qual criticou o governo, alegando que "não há exemplos concretos" que justifiquem sua demissão e que as acusações contra ele "nada mais são do que um encobrimento" com o objetivo de "impedir a capacidade" de seu escritório de "cumprir seus deveres".

O procurador-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, determinou que o gabinete não tem base legal para demitir Bar. Enquanto isso, milhares de pessoas se reuniram em frente à sede do governo para protestar contra a medida.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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